Federal Judge João Pedro Gebran Neto, cast in the Federal Court of the 4th Region (TRF4), last week denied the request to suspend the injunction of the Federal Environmental Jurisdiction of Florianópolis, which prevents the installation of the complex for manufacturing of superphosphate in the City of Anitápolis, 108 kilometers from the capital of Santa Catarina. The magistrate held the argument that should be applied the precautionary principle, manifested in the decision of first instance.
"It should also be considered that the environmental feasibility of the project recognized by Fatma (Foundation on the Environment ) was based unilaterally on the impact study promoted by the entrepreneurs, so it seems justified to apply the precautionary principle to the case, until, given the magnitude of the undertaking, will be reached a final conclusion about the damage that may result from the activity, "said the judge.
According to Gebran, it´s necessary to wait for the completion of expertise that "provide greater certainty as to the observance of laws and low or adequate environmental impact of the venture. The judicial apeals were interposed by the State of Santa Catarina, the Foundation on the Environment and the Municipality of Anitápolis.
Another apeal of the State with the same request was also protocoled before the Presidency of TRF4. Today (9 / 11), however, federal judge Darós Vilson, the President of the court understood that the request can not be known, since the issue has been examined by the judge Gebran of the 3rd Group of the court.
AI 2009.04.00.038102-3/TRF
AI 2009.04.00.038632-0/TRF
AI 2009.04.00.039195-8/TRF
Permitiremos a destruição da Serra do Rio do Pinheiro
A Industria Fosfateira Catarinense/Bunge-Yara está pleiteando o licenciamento ambiental para a exploração da jazida de fosfato sob esta serra verdejante.
Serra do Corvo Branco - Serra geral
Estas florestas estão sendo literalmente transformadas em carvão e substituidas por plantações de pinus.
Tuesday, November 10, 2009
TRF4: maintained injunction that prevents installation of phosphate plant by Bunge and Yara group in Anitapolis - Santa Catarina, Brazil
CONFIRMADA AUDIÊNCIA PUBLICA NA CAMARA DOS DEPUTADOS EM BRASILIA
TRF4: mantida liminar que impede instalação de fábrica de fosfato
| O juiz federal João Pedro Gebran Neto, convocado para atuar no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou na última semana pedido de suspensão da liminar da Vara Federal Ambiental de Florianópolis que impede a instalação do Complexo de Fabricação de Superfosfato Simples no município de Anitápolis, a 108 quilômetros da Capital catarinense. O magistrado manteve o argumento de que deve vigorar o princípio da precaução, manifestado na decisão de primeira instância. “Deve também ser ponderado que a viabilidade ambiental do empreendimento reconhecida pela Fatma teve por base estudo de impacto promovido unilateralmente pelos empreendedores, de forma que se afigura justificada a aplicação do princípio da precaução ao caso, até que se chegue a uma conclusão definitiva sobre os danos que podem resultar da atividade, dada a magnitude do empreendimento”, afirmou o juiz. Segundo Gebran, é necessário aguardar a realização da perícia que “confira maior segurança quanto à observância da legislação e baixo ou adequado impacto ambiental do empreendimento”. Os recursos foram interpostos pelo Estado de Santa Catarina, pela Fundação do Meio Ambiente e pelo Município de Anitápolis. Outro recurso do Estado com o mesmo pedido também foi protocolado perante a Presidência do TRF4. Hoje (9/11), no entanto, o desembargador federal Vilson Darós, presidente do tribunal, entendeu que o pedido não pode ser conhecido, uma vez que o caso já foi analisado pelo juiz Gebran, da 3ª Turma do tribunal. AI 2009.04.00.038102-3/TRF AI 2009.04.00.038632-0/TRF AI 2009.04.00.039195-8/TRF |
Monday, November 09, 2009
MAIS UMA DECISÃO FAVORAVEL A NOSSA LIMINAR
Thursday, November 05, 2009
O dr. Juiz Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO do TRF4 analisando os Agravos, manteve a decisão da liminar.
Monday, November 02, 2009
Não a Fosfateira !
Não a Fosfateira !
Por CMI Floripa 27/10/2009 às 23:11

área que será afetada
O empreendimento prevê a destruição 360 hectares de mata, fauna e flora, além de construção de uma barragem e dois lagos, no Rio Pinheiros, que servirá para lavagem de dejetos, restos de sujeira da prospecção.
O risco de a barragem vazar e destruir várias cidadezinhas logo abaixo dela é eminente com a sua construção, já que as multinacionais ignoram o dados dos estudos do Comitê da Bacia do Tubarão que apontam que região do Pinheiros é de alto risco a erosão e deslizamentos.
Outro problema que é apontado pelo movimento contra implantação das minas de fosfato é o início de um processo de favelização, porque a cidade com 3000 habitantes não comporta receber 1500 empregados de outras partes do Brasil com as suas famílias, no período de construção do empreendimento.
A região que está começando a desenvolver uma agricultura orgânica e o turismo rural, com a mina receberá o tráfego de mais de 100 caminhões superpesados trafegando sobre uma estrada sem capacidade de recebê-los, o que inviabilizará certamente outras atividades econômicas que estão começando aflorar.
Situação atual
Atualmente uma ONG ajuizou uma ação judicial na justiça Federal que obteve êxito e trancou a implantação desta loucura.
Entretanto, devido à falta de informação sobre as possíveis conseqüências destas minas e sobre a extensão dos impactos em toda a região, a maioria das pessoas da comunidade de Anitápolis é favorável a implantação segundo o argumento que mina que virá trazer 400 vagas de emprego, onde índice de desemprego é praticamente inexistente, uma vez que a população é composta por trabalhadores rurais proprietários de pequenos espaços de terra.
Movimentação:
No mês de novembro o movimento fará caminhadas e panfletagens no centro de Florianópolis, as datas, horas e locais de concentração irão ser divulgados pelo CMI Floripa.
Em dezembro está previsto um SHOWMÍCIO em data indicativo: 08.dez, (terça-feira, 18h) e local a serem definidos.
A idéia é algumas bandas tocarem sem custo, todos trabalhamos como voluntários para conseguir custear a campanha contra implantação do projeto Anitápolis.
Maiores informações:
www.montanhaviva.org.br
www.nascentesdaserra.bio.br.
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Friday, October 30, 2009
BUNGE FECHA AS PORTAS EM PONTA GROSSA - QUEM GARANTE QUE NÃO O FARÁ EM ANITAPOLIS?
A unidade de processamento de soja da Bunge Alimentos encerrou ontem suas atividades na cidade de Ponta Grossa. A indústria já dispensou a maior parte dos 150 funcionários diretos e mais de 750 indiretos. Segundo o Sindicato dos trabalhadores da Indústria da Soja, a empresa já estava sem produção desde outubro de 2008, e seu fechamento confirma a previsão de um colapso no setor, antecipado pelo Jornal da Manhã na semana passada.
A assessoria de imprensa da multinacional enviou uma nota explicando os motivos da decisão. Segundo ela, vários fatores foram considerados, mas o principal foi "a necessidade da adaptação aos novos cenários do Agronegócio no país". Através dessa nota, a empresa também afirma que a medida não afetará o atendimento aos clientes, pois a compra e venda de grãos será mantida nas demais unidades do Estado.
"A Bunge tem plena consciência do impacto desta ação, tanto que nos últimos anos vinha concentrando esforços para manter a fábrica. O assunto sempre foi tratado de forma transparente internamente e os colaboradores da unidade conheciam a real situação", diz a nota da assessoria. O mercado da soja sofreu uma reviravolta com o câmbio desfavorável. Com o dólar na faixa de R$ 1,77, os produtores preferem despachar a mercadoria para o porto, conseguindo um melhor preço ao negociar com o mercado asiático.
Quanto aos trabalhadores, a empresa vai tentar o encaminhamento para outras empresas parceiras no Estado. "É uma medida paliativa, já que não há como agregar funcionários ao quadro de uma empresa. O que acontecerá, provavelmente, será uma substituição. A unidade de processamento de trigo seria o destino para alguns destes funcionários, mas certamente empregados desta outra cadeia seriam dispensados", afirma o sindicalista Jorge Luís Pitela.
Outro ponto destacado por Pitela é o número reduzido de empregados a serem encaminhados. Segundo a empresa, 36 seriam transferidos e 32 terão seus empregos mantidos até o encerramento das atividades. "São 90 dias apenas, mesmo período pelo qual estão garantidos alguns benefícios como o plano médico", afirma Pitela. A Bunge também diz que vai dar apoio para a recolocação de 70 trabalhadores no mercado de trabalho, mas não esclarece de que forma isso será feito.
"Foi só a primeira", alerta sindicato
A preocupação agora é com as outras quatro empresas moageiras instaladas na cidade. Segundo o sindicato dos trabalhadores, todas estão na iminência do encerramento das atividades. "Se não houver um apoio político no sentido de promover um incentivo fiscal para aquecer o mercado, em breve teremos novas demissões", afirma o presidente do sindicato.
Todas as indústrias que dependem da soja na cidade estão com a produção comprometida. É o caso, por exemplo, da Insol, que mantém parte de seu quadro com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), em um programa inédito que permite a licença remunerada dos funcionários. Mas não há garantias de retorno ao trabalho depois da suspensão do contrato. A Cargill afirmou, através de sua assessoria, que "não haverá alterações na estrutura da empresa em Ponta Grossa". As demais empresas não se manifestam oficialmente a respeito do assunto.
Deputado pede colaboração do Estado
O deputado estadual Péricles de Mello (PT) levou ontem à tribuna da Assembleia Legislativa a grave situação pela qual passam as indústrias moageiras de Ponta Grossa. "O governo do estado pode colaborar para que as indústrias revertam o quadro desolador", disse Péricles. O deputado vai agendar audiências nas Secretarias Estaduais de Indústria e Comércio e de Finanças para que representantes do Sindideb (Sindicato dos Trabalhadores das Moageiras de Óleos Alimentícios e Soja da Cidade de Ponta Grossa) possam discutir uma alternativa para reverter o quadro.
O deputado comentou em plenário a possível solução apontada pelo sindicato da categoria para que o Paraná disponibilize incentivos fiscais para as indústrias, a exemplo do que ocorre dos estados do Mato Grosso e Goiás. A ideia é a troca de créditos tributários por contas públicas, como de energia elétrica e água. "Não podemos deixar que as indústrias do ramo tenham o mesmo fim da Bunge Alimentos, que fechou suas portas, hoje", finalizou Péricles.
06/10/2009
Monday, October 26, 2009
A BATALHA CONTRA A FOSFATEIRA CONTINUA
| 23/10/2009 | |||
| Anitápolis: a batalha contra a fertilizadora continua. Entrevista especial com Eduardo Bastos. | |||
Anitápolis (SC) é uma cidade com 3500 habitantes que vivem, principalmente, da agricultura. Um projeto prevê a instalação na cidade de uma fertilizadora mantida por empresas como Bunge e Yara Brasil e, com isso, afetaria, ambiental e socialmente, 21 municípios da região. Em junho deste ano, conversamos com dois representantes da ONG Montanha Viva, que tem empenhado uma luta contra esse projeto. Entendemos que seria muito mais interessante que o dinheiro fosse aplicado em projetos de fosfato, mas utilizando esterco de porco, porque a agressão ambiental seria muito menor”, apontou o advogado da instituição.
IHU On-Line – O governo do estado, o governo federal, o IBAMA e os outros órgãos envolvidos continuam com a mesma posição sobre a instalação da fertilizadora? Eduardo Bastos – Tanto o governo estadual quanto o federal são favoráveis ao empreendimento. O governo do estado, por questões de incentivos concedidos que seriam dados para a instalação. O governo federal porque tem em trâmite um plano nacional de fertilizantes, que tem por objetivo diminuir a dependência do Brasil nesse consumo, no caso, o fosfato. Contudo, se analisarmos que o mercado hoje está concentrado em três empresas (Cargil, Bunge E Yara) , questionamos se o Brasil deixará de ser dependente dessa matéria-prima, porque as empresas continuarão a dominar o mercado. Para mim, isso desconstrói esse discurso da independência e da autossuficiência do país. Entendo que um empreendimento desse porte tem que ser analisado sob o enfoque também social, econômico e ambiental. IHU On-Line – Que pontos do projeto da fertilizadora precisam ser revistos? Eduardo Bastos – Por mais que sejam revistos, o projeto deve afetar a Mata Atlântica e muitas fontes de recurso hídrico, ou seja, é um empreendimento insustentável. Estamos falando da destruição de 400 hectares de Mata Atlântica, muitos em estágio primário, o que a legislação permite em casos excepcionais, e que não é o caso da mineração. A legislação que trata da questão hídrica não permite a poluição do corpo hídrico, e ali é um corpo hídrico de classe um ou dois, as classes mais limpas. Ou seja, o rio irá morrer pela carga de dejetos. Entendemos que seria muito mais interessante que o dinheiro fosse aplicado em projetos de fosfato, mas utilizando esterco de porco, porque a agressão ambiental seria muito menor. IHU On-Line – Como o processo deve avançar a partir de agora? Eduardo Bastos – Aqui gostaria de fazer um elogio à decisão da juíza, que foi muito clara e objetiva, deu uma aula de direito ambiental e cidadania. Esta é uma sentença muito fácil de ler, qualquer pessoa que não seja da área jurídica irá entender muito bem do que se trata a questão. É uma decisão que não cabe nenhum reparo. As empresas e, obviamente, a prefeitura irão agravar a decisão, vão procurar dentro da questão técnica jurídica. Espero que não tentem reverter uma decisão, criando situações que extrapolem o âmbito jurídico adentrando. Prevemos que o próximo passo será o de tentarem derrubar a liminar e, logicamente, vamos tentar manter a decisão e agregar, neste processo, outros interessados, como, por exemplo, as prefeituras que foram citadas e até o presente momento não se manifestaram. Isso nos preocupa um pouco, pois também serão prejudicadas e deveriam, no nosso ponto de vista, estar apoiando a causa, mostrando a preocupação que se tem, que a sociedade irá perder se um empreendimento desse porte for instalado naquela região. Para ler mais: | |||
Friday, October 23, 2009
Bunge pode fechar unidades no Brasil
Bunge pode fechar unidades no Brasil
Presidente da companhia anuncia redução de custos por causa da valorização do real
Dow Jones Newswires, CHICAGO
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Na divulgação dos números, o representante da companhia disse que, além dos problemas com a questão cambial, a redução do plantio de milho e algodão no Brasil afetou as vendas de adubos no País, seu principal mercado.
Mais tarde, na entrevista, Weisser se disse otimista em relação à recuperação do setor de fertilizantes em 2010, na medida em que a Bunge recomponha estoques ao custo de mercado e registre recuperação na demanda brasileira.
O presidente da Bunge também afirmou que continua confiante de que o aumento na demanda por alimentos vai puxar o segmento de agribusiness da companhia, embora a desvalorização do dólar em relação ao real e ao euro seja um fator preocupante. "Apesar da crise (econômica), nada mudou", disse. "Precisaremos de mais alimentos."
Weisser e outros executivos do setor agrícola se mantêm otimistas a respeito do aumento na demanda por alimentos no longo prazo por causa de fatores demográficos, apesar de os investidores estarem vendendo agressivamente os papéis do setor desde o estouro da bolha das commodities, em 2008.
Weisser observou que os preços historicamente altos de alguns produtos agrícolas apontam para a necessidade de aumentar a oferta. A demanda por carne e lácteos nos mercados em desenvolvimento continua a aumentar, apesar de quedas nos Estados Unidos e na Europa, ponderou.
A Bunge é uma das maiores processadoras mundiais de grãos e outros produtos agrícolas e também atua no setor de fertilizantes. Ontem, a companhia informou uma queda de 1% no lucro do terceiro trimestre fiscal, para US$ 232 milhões, resultado creditado ao desempenho ruim do setor de adubos. Como outros produtores desse insumo, a Bunge tinha estoques altos quando os preços despencaram em 2008. A esperada recuperação no segundo semestre não ocorreu.
Por causa disso, a Bunge mais uma vez reduziu sua previsão de resultados para 2009. Agora, a companhia espera lucro anual de US$ 3,10 a US$ 3,50 por ação, ante intervalo entre US$ 4,90 e US$ 5,40 por ação previsto em abril.






